Nossa Senhora da Assunção e São José


Nossa História

ONDE SE INICIA

Tudo na vida parte de um principio: Um longo caminho se inicia com um  primeiro passo; uma frondosa árvore está contida na força de uma pequena semente. 
Podemos marcar o início de nossa história em algo muito simples: 
Madre Leopoldina sempre teve uma acentuada devoção a Nossa Senhora da Assunção. Foi esta festa que escolheu para iniciar sua vida religiosa. Entrou para o  Carmelo de Santa Teresa em São Paulo. a 15 de Agosto de 1914, justamente quando este completava um ano de fundação. Na vida do Carmelo encontrou um ambiente propicio para crescer e aprofundar seu amor à Mãe de Deus Assunta ao céu. 
Exultou de alegria na celebração do Dogma da Assunção, proclamado pelo Papa Pio XII, em 1950 e reavivou o sonho de fazer um Carmelo dedicado à Assunção de Maria. 
Dizem que Deus ao criar os anjos deu-lhes asas para voarem livremente; ao homem, porém, deu apenas uma asa para que ele sempre dependesse de um irmão para levantar voo, para realizar seus sonhos, Isto aconteceu plenamente com nossas Madres Fundadoras. Se hoje temos uma história maravilhosa para contar foi porque Deus colocou ao lado da Madre Leopoldina, a Madre Isabel dos Anjos, Madre empreendedora e resistente, capaz de sustentar um projeto em meio às dificuldades, sendo sempre considerada também fundadora deste Carmelo.
Entrou no Carrnelo no dia 14 de Outubro, vwis, trazia desde a infância um grande amor à Santa Teresa aprendendo com ela a amar e a confiar no doce patrocínio de São José. Dedicou a eles várias composições poéticas. 
Por sua vontade o nosso Carmeio tem também o patrocínio de São José.

DECISÃO FUNDACIONAL
O Senhor Arcebispo de Curitiba Dom Manuel da Silveira D'Elboux, nas suas passagens por São Paulo, costumava visitar o Carmelo.

Foi no ano 1954, ano do Jubileu de Nossa Senhora, pelo primeiro centenário do Dogma da Imaculada Conceição que surgiu a idéia de um Carmelo em Curitiba. Neste Ano Santo, Dom Manoel, fazendo como de costume uma visita à comunidade, a Priora Madre Leopoldina, Madre Isabel e as irmãs em conversa animada, disseram ter uma pequena herança dos pais de uma das Irmãs da comunidade (Ir Genoveva) para a fundação de um Carmelo, e perguntaram-lhe se queria que fosse em Curitiba. Ele respondeu positivamente e ficou satisfeitíssimo dizendo que sempre pensara em ter um Carmelo em sua Arquidiocese. Durante a conversa, repetia muitas vezes: “Como vou sair contente daqui hoje. Minha visita foi providencial!”. Madre Leopoldina que sempre sonhara com este projeto ficou radiante com a perspectiva de sua realização. No entanto, seis longos anos se passariam antes que o Carmelo de Curitiba se tornasse uma realidade.

O Advogado do Sr. José Álvares Sanches, pai de Ir. Genoveva prendeu por muito tempo a importância, retardando assim a fundação.

Dom Manoel levou muito a sério a empresa e procurava diligentemente um lugar apropriado. Foi-lhe feito um oferecimento em Rondinha, excelente localidade, junto a uma colônia de imigrantes italianos, gente muito cristã e generosa. Porém o Sr. Arcebispo não estava de todo satisfeito em virtude do inconveniente da distância.

Dona Maria José Ferreira Costa, proprietária de vários terrenos perto da cidade, veio ao encontro dos desejos de D. Manoel oferecendo-lhe na mais privilegiada área de seus terrenos, dez mil cento e quarenta metros quadrados para a fundação do Carmelo. Radiante o Sr. Arcebispo escreveu imediatamente à Madre Leopoldina dizendo que havia soado a hora do Carmelo em Curitiba, pois nada mais impedia a realização do projeto. D. Maria José obteve de seu irmão, Dr. Lizímaco Ferreira Costa sua casa de campo situada nas proximidades do terreno destinado ao Carmelo. Aí poderiam ficar quanto tempo precisassem.

No Carmelo de São Paulo não houve oposição, a querida Madre Margarida, então Priora, ajudou muito.

Quando se tratou de organizar o grupo, Madre Isabel que desde o início estava à frente como braço forte, ajudando Madre Leopoldina naquele projeto fundacional, sendo na ocasião Mestra de noviças, e vendo em suas jovens noviças o desejo de acompanhá-la, em combinação com a comunidade, aprovou que as quatros noviças se incorporassem ao grupo da fundação. Também as três irmãs leigas¹, que eram ajudadas espiritualmente por ela, pediram para fazerem parte do grupo e foram aceitas. Uma das condições de Madre Isabel para esta fundação era a de levar Ir. Inês, então com 74 anos.

EM CURITIBA
Ao chegarem ao Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, as Irmãs foram recebidas pelo Arcebispo D. Manoel da Silveira D'Elboux juntamente com vários sacerdotes, religiosas, Dona Maria José Costa e vários membros da família Costa. Em seguida, foram conduzidas até a bela Catedral, para agradecer a Nossa Senhora da Luz a boa viagem e a bondosa acolhida do generoso povo de Curitiba, na pessoa do Arcebispo D. Manoel, dos sacerdotes e religiosas que as esperavam. Logo após rumaram ao bairro Guabirotuba, para a casa que iria servir de Mosteiro provisório.

Quando chegaram encontraram um bom almoço, oferecido pela generosa benfeitora Dona Maria José e sua irmã Dona Esterzinha Figueiredo, no qual participaram Dom Manoel e vários sacerdotes, correndo tudo na mais franca alegria.

No dia seguinte, 11 de fevereiro de 1960, o Sr. Arcebispo D. Manoel celebrou a Santa Missa e ficou fundado o Carmelo de Curitiba. Várias religiosas sabendo que a clausura seria fechada no terceiro dia, pediram à D. Manoel prolongar a abertura por mais tempo, devido às férias dos colégios, a fim de que suas alunas pudessem conhecer as carmelitas. Assim foram visitadas e socorridas durante um mês, no qual recebiam com carinho a todos. Finalmente, a 11 de março, fechou-se a clausura e recomeçou-se a vida regular.

O Sr. Arcebispo tinha grande zelo pela comunidade. Todas as semanas trazia o conforto de sua visita paternal e de sua alegria comunicativa. No entanto, as Irmãs sofreram muito naquele início. A casa pequena de madeira, e com muitas brechas e goteiras, a alimentação escassa e o frio intenso. Em pleno fevereiro tiveram a terrível geada negra, temperatura que não vieram preparadas para enfrentar. Diz-nos uma das Irmãs: “Serme-ia impossível relatar tudo quanto tivemos que sofrer neste abençoado berço do nosso Carmelo. As de mais idade sentiam mais a dureza do clima. Quando chegou o pleno inverno no Paraná, aí então é que foi mesmo um sacrifício. Acendíamos um aquecedor elétrico perto de Nossa Madre e ficávamos todas ao redor aproveitando do calorzinho, enquanto fazíamos a oração”.

Madre Leopoldina e Madre Isabel, sempre mortificadas e discretas, não quiseram incomodar o Sr. Arcebispo e ele vendo todas tão alegres, nada notou.

Cabe aqui explicar que nosso Carmelo foi fundado com muita pobreza. A herança que os pais de nossa Irmã Genoveva destinaram para a fundação, como dissemos atrás, na época em que o advogado prendeu a importância, pela desvalorização da moeda, perdeu o valor.

Neste início difícil Deus enviou-nos muitas pessoas bondosas que generosamente nos ajudaram, tornando-se nossos benfeitores. Algumas delas já faleceram e outras nos acompanham até hoje: Dona Odete de Mello e filhos, Dr. Nélio e Sra. Maurigilda Centa, Dona Juracy, Dr. Otávio e Iracema Bitencourt, Irmã Iva (Vicentina) e muitos outros que possibilitaram a permanência do Carmelo nesta cidade.

PERÍODO DA CONSTRUÇÃO
O Sr. Arcebispo D. Manoel apressou a construção do Carmelo. A primeira ala foi obra exclusiva sua, usando para isso certa verba de que podia dispor (herança de sua família). No dia 18 de março de 1962, com grande solenidade, as Irmãs passaram para o novo prédio.

O Sr. Arcebispo fez o possível para solenizar o ato da transladação do Santíssimo. Sacramento da pequena casa de madeira onde estavam, para a capelinha provisória do Carmelo, o atual locutório, simpática miniatura do que seria a nossa Igreja definitiva. Dispensou as religiosas de vida ativa de sua reunião mensal a fim de que pudessem comparecer. Esta procissão Eucarística foi belíssima, apesar de chover muito e o caminho estar simplesmente intransitável!

O Sr. Arcebispo carregava a Custódia, enquanto as religiosas entoavam louvores ao Ssmo. Sacramento. A piedosa cena lembrava uma fundação de nossa Santa Madre.

Era já bem tarde, as Irmãs estavam muito cansadas pelas emoções e trabalhos deste dia. Esquecidas de si, puseram-se a limpar a casa para a Santa Missa do dia seguinte, que seria celebrada às 14hrs por nosso dedicado Arcebispo. Atendendo ao convite da comunidade, acorreram amigos e vizinhos. A Missa foi celebrada no claustro, para que todos pudessem participar. Na festa de São José, 19 de março de 1962, ficava pois, inaugurada esta primeira parte da construção.

D. Manoel estava visivelmente satisfeito por ver finalmente coroados os esforços de sua paternal caridade proporcionando às suas filhas uma morada onde a observância do Carmelo pudesse ser mantida. Encerrando este inolvidável dia tiveram uma nova Missa às 18hrs, celebrada pelo nosso amigo, Monsenhor Vítola. Em seguida fechou-se a clausura. Estavam enfim na casa definitiva.

Após a inauguração da primeira ala, a comunidade vivia com certa dificuldade por não haver cômodos suficientes, como por exemplo: salas de trabalho, biblioteca, coro, Capela, etc. para uma vida normal nos moldes do Carmelo Teresiano.

Foram anos de trabalhos e privações. Tudo era suavizado pela grande ajuda dos padres jesuítas, que eram capelães e confessores do Carmelo, de várias Congregações Religiosas e de famílias benfeitoras. Nosso dia a dia nesta vida é sempre mesclado de alegrias e dificuldades. E uma dessas alegrias que ficou muito bem registrada, foi em 1963 com a entrada da Irmã Maria da Assunção e Irmã Teresa Maria de São José e em 1965 da Irmã Rita de São José. Jovens de bom espírito e muito decididas a servir a Deus, muito ajudaram naquele difícil começo, partilhando das privações que as circunstâncias exigiam.

Enquanto construía-se a casa, a comunidade edificava-se com o crescimento pessoal de cada Irmã que crescia também em número, pois Deus concedeu-nos excelentes vocações até o presente. No dia 15 de agosto de 1964 a comunidade festejou, na simplicidade e na pobreza, com grande alegria, os 50 anos de entrada no Carmelo da Madre Leopoldina. Nosso Arcebispo Dom Manuel não pôde fazer-se presente, pois estava de partida para Roma a fim de tomar parte no Concílio Vaticano II, mas enviou à nossa querida Madre jubilanda um cartão muito atencioso e como sempre muito paternal.

Somente no dia 27 de janeiro de 1966 foi possível iniciar a construção da segunda ala e da capela. Foram realizadas várias campanhas em prol da construção através de vários benfeitores. Pessoas amigas de outros Estados também nos enviaram doações: O Dr. Vicente de Azevedo, o Carmelo de Jabaquara em São Paulo de onde saímos, de Cotia e de Piracicaba. Dom Manuel com sua influência na sociedade curitibana, conseguiu várias verbas mas acima de tudo com sua intrepidez, coragem e autoridade conseguiu da cúria a ajuda principal e assim a construção se concretizou.

Também desta época, lemos no livro das crônicas, da comunidade: “Para a construção desta segunda ala, tivemos inúmeros benfeitores humildes, que muitas vezes ficam na obscuridade mas que se não fosse seu auxílio, não chegaríamos a concluir o que foi feito tão rapidamente”.

Assim chegou-se ao dia da segunda inauguração em 2 de março de 1969. O dia foi festivo desde o despertar. Tudo era alegria! Às 7:30h houve a primeira missa e a transladação do Santíssimo para a capela nova que já estava ornada com as Imagens dos Padroeiros Nossa Senhora da Assunção e São José; às 8:30h concelebraram Frei José Luis e Frei José Maria - OCD; às 14h como tinha sido combinado com Dom Manuel, foram abertas as portas da clausura. Grande foi a surpresa das Irmãs, ao verem a multidão de pessoas que estava esperando. Num instante, o nosso Carmelo ficou repleto num vai e vem festivo e todos com muita alegria congratulando-se com a comunidade por esta data.

Às 16:45h repicam os sinos, chamando os fiéis para participarem da missa inaugural da capela. Foi uma celebração maravilhosa com a participação do Coral Pio XII da Igreja Nossa Senhora das Mercês. Na homilia Dom Manuel com palavras tocantes, falou sobre a fundação do Carmelo em Curitiba e exclamou: “Ah! Se essas paredes falassem!...“ Agradeceu à família Costa bem como a todos que colaboraram para que esta casa de oração fosse edificada. Assim, num bonito dia de sol que Nosso Senhor concedeu, encerrou-se solenemente a inauguração da segunda parte de nosso mosteiro.

No dia 7 de junho houve outra missa solene para a consagração do altar, colocando as relíquias dos Mártires Justino e Vitorina. Neste período a comunidade procurava aperfeiçoar-se e atualizar-se com as mudanças do Concílio Vaticano II, tendo palestras na atualização litúrgica. No dia 30 de novembro de 1969, A comunidade ia vivendo o melhor possível a vida regular, pensando na continuação e conclusão das partes do mosteiro que ainda faltavam: refeitório, noviciado e enfermaria. Porém, no dia 5 de fevereiro de 1970, recebem a cruciante notícia do repentino falecimento do querido Arcebispo Dom Manuel, vítima de um colapso cardíaco. Toda Curitiba chorou, principalmente o Carmelo que perdia um amigo, benfeitor e sobretudo o melhor dos pais. Perene será nossa gratidão a ele, a quem tudo devemos até aquele momento da fundação.

Em setembro desse mesmo ano uma alegria veio contrabalançar: a proclamação do doutorado de Santa Teresa. Madre Isabel estava exultante, pois sempre aspirou por tão grande dia; fez tudo para festejar esta Mãe e Fundadora. Foi celebrado em nossa capela, com muita solenidade, fogos, banda militar, enfim tudo era alegria e festa. Presidiu o Tríduo de preparação Dom José Gonçalves, Bispo Auxiliar.

A Celebração do dia da festa foi presidida por Dom Pedro Fedalto que no momento era o Administrador Apostólico e concelebrada por vários bispos e sacerdotes.

No final de dezembro desse mesmo ano recebemos a feliz notícia da nomeação de Dom Pedro para ser o novo Arcebispo de Curitiba cuja tomada de posse na catedral celebrou-se no dia 29 de fevereiro de 1971. Desde então ele deu continuidade a esta obra, sendo o pai, amigo e protetor, acompanhando-nos em toda nossa trajetória com seu apoio e dedicação.

No dia 28 do mesmo mês, após duas cirurgias e intensos tratamentos médicos, especiais cuidados de toda comunidade, falecia serenamente nossa amada Madre Leopoldina. Como o velho Simeão cantou o seu nunc dimittis: “Agora, Senhor, deixa tua serva ir em paz”.

Com sua morte providenciou-se o sepultamento no recinto do Carmelo. Com o empenho de pessoas amigas, alcançou-se a licença da prefeitura para que tivéssemos cemitério particular. A madre Isabel que já era Priora continuou as lutas para terminar a construção e estabilizar um tipo de trabalho mais remunerado para a comunidade. Com a graça de Deus, a ajuda de amigos e benfeitores, iniciamos em 1972 o bazar de trabalhos manuais que tem sido um dos meios de subsistência deste Carmelo.

Neste ano tivemos a grande alegria da fundação de uma comunidade dos nossos Padres Carmelitas Descalços em Curitiba, na Paróquia de Nossa Senhora das Vitórias, no Bairro Boqueirão. A partir de 28 de julho deste ano assumiram a nossa Capelania.

Os acontecimentos iam sucedendo-se, mas o grande sonho da comunidade era terminar a construção do mosteiro. Deus, entretanto, ia colocando em nosso caminho aqueles que seriam os instrumentos para concluir esta obra. O primeiro foi o Padre João Engler, Claretiano, reitor e professor do Instituto Teológico da Congregação dos Padres Claretianos que desde 1970 Dom Pedro havia indicado para confessor da comunidade. Ele assumiu com tanto amor os nossos problemas que era: confessor, ecônomo e engenheiro; era ele quem escolhia e comprava o material. Na verdade era um pai para a comunidade.

Com a sua ajuda e orientação, foi possível iniciar no dia 21 de fevereiro de 1975 a última parte da construção. Muitas foram as pessoas que colaboraram na construção das duas últimas alas do convento. Citaremos apenas alguns de uma lista interminável de nomes: Dom Cármine Rocco, Núncio Apostólico, o Padre Eugênio Mazarotto que ao falecer deixou para a comunidade uma doação, o Padre Afonso de Santa Cruz e o casal Sr. Ginaldo e Dona Suelena Santos que em 1973 iniciaram a Fraternidade Carmelita que até hoje auxiliam a comunidade. No entanto, as ajudas recebidas não eram suficientes para prosseguir a obra. A providência Divina chegou-nos através do Padre Frei José Chalmers OCarm, alemão. Na ocasião era Provincial da Província de Santo Elias, estando visitando os Frades em Curitiba, veio até nosso Carmelo, ouvindo nossas dificuldades financeiras para prosseguir a construção. Prontificou-se a interceder por nós no Adveniat. Enfim, podemos dizer que tudo foi obra da grandeza de coração e generosidade de tantos amigos e benfeitores nossos.

E assim sem dívidas chegamos à inauguração final do nosso Carmelo em 15 de Outubro de 1976. Ficou registrado no diário nestes termos: Dia desejado e temido, dia de Ação de Graças e muita alegria.

A Santa Missa às 10h foi presidida por Sua Excia. Dom Cármine Rocco, Núncio Apostólico e concelebrada por Dom Pedro Fedaltto e mais 18 concelebrantes. A celebração foi animada pelo coral dos seminaristas Palotinos, naquela ocasião o coral mais famoso de Curitiba. Ao final, todos entraram na clausura para a bênção dos novos compartimentos. Foi um dia de Júbilo, sem sombras de tristezas. Realmente é Deus que conduz a nossa História, a Ele glória e louvor!

NOVOS AMIGOS
Novos amigos e benfeitores também foram surgindo. Entre os muitos, citamos o Casal Sr. Luiz e Dona Nadir Porat que iniciaram em 1981, com um grupo de senhoras, a “Sala de Costura Santa Teresa” que até hoje nos ajudam na confecção de trabalhos e organização do Bazar. O Sr. Luiz organizou o nosso jardim com muita criatividade e segue ornamentando nossa capela nas festividades. Idealizou e construiu o novo cemitério que é como uma capela e a nove de novembro de 1991 foi feita a exumação de nossas irmãs falecidas.

Em 11 de Fevereiro de 1985, com uma linda concelebração, festejamos os 25 Anos de Fundação. No ano de 1999 tivemos que empreender uma reforma na Capela, pois o forro que era de gesso, estava todo comprometido. Uma noite, enquanto as irmãs rezavam no coro o Ofício Noturno, desabou uma parte do teto. Aproveitamos para colocar as imagens de Santa Teresa e São João da Cruz em dois nichos no Presbitério da Capela, como era desejo da Madre Isabel dos Anjos. Em 2000 passamos a fazer parte da Associação Nossa Senhora do Carmo, que abrange os Mosteiros dos três Estados do Sul do Brasil e que tem como finalidade uma maior integração e comunhão entre as comunidades.